Entrevista com Renata Ventura, autora de A Arma Escarlate!

26/05/2012

Oi pessoal! Tudo bem? Faz muito tempo que eu não posto nada por aqui, então, para começarmos de novo, vim postar a entrevista que fiz com a nossa queridíssima Renata Ventura!


1- Como foi escrever a história na favela Santa Marta em 1997?
Envolveu muita pesquisa, porque a Santa Marta de hoje é muito diferente do que era em 1997: tem bondinho, UPP, casas coloridas, projetos sociais... Em 1997, a comunidade era completamente dominada pelos traficantes. A polícia fazia incursões quase diárias, procurando pelo chefe do tráfico. Foi uma época extremamente violenta.
E, exatamente por isso, é um ambiente perfeito para a construção do meu personagem principal. Quando o livro começa, Hugo está fazendo 13 anos de idade, mas já viu muita coisa ruim na vida. Já testemunhou assassinatos, torturas... já se meteu com gente que não devia... está fugindo, ferido e vendo a possibilidade de aprender magia como a única chance que ele tem de sobreviver.

2- No seu site você coloca uma nota em que o Hugo se mete em uma confusão e você não sabe como tirar ele dessa. Como é escrever um livro pela visão de uma criança que passa por muitas coisas durante sua vida, tem um temperamento forte e descobre que tem a chance de se vingar e proteger outras pessoas?

É um prazer escrever esse tipo de personagem, porque a gente realmente se surpreende com ele enquanto escreve. Hugo tem uma personalidade muito forte e, de certa maneira, ele já deixou de ser criança há muito tempo. Talvez nunca tenha realmente sido uma. Viver no ambiente hostil em que ele viveu, sendo sempre ameaçado por um dos chefes do tráfico, ou pelos namorados de sua mãe, ou às vezes até mesmo pela polícia... A infância dele realmente não foi fácil. E isso faz dele um jovem arisco, agressivo, desconfiado. Apesar de ele querer ser uma boa pessoa, querer fazer a coisa certa, ele às vezes acaba agindo por instinto.

E, ao mesmo tempo que é um prazer escrever um personagem desses, é também super complicado, porque é um personagem difícil de controlar. Muito difícil descobrir a dose certa de revolta, medo, raiva, egoísmo e desejo de ser aceito. Ele pode até ser um menino doce em certas circunstâncias, mas se ele sente qualquer sinal de ameaça, por mínima que seja, ele já entra na defensiva, já fica agressivo – mesmo que seja contra um amigo - e suas palavras às vezes podem ferir tanto quanto sua varinha.

3- Muitas vezes nos deixamos ser levados pelo ódio e pela vingança, e fazemos muitas besteiras. No seu livro, tem algum momento em que acontece isso com algum personagem?
Hugo faz muito isso. Ele age por instinto, e o instinto dele envolve se defender agressivamente de vez em quando, e fazer escolhas egoístas, sem pensar nas consequências. E as consequências, no caso dele, tendem a ser gigantes. Hugo sente, sim, muito ódio de certas pessoas e situações; às vezes com razão, e ele se vinga que é uma beleza. Haha. Mas ele não é só isso. Ele também pode ser doce, carinhoso. No fundo, ele tem um coração bom. Mas teve uma vida complicada.
 4- Enquanto você escrevia seu livro, você pedia a opinião das pessoas logo ou preferia deixar para o final?
Eu tenho um amigo em especial que lia tudo que eu escrevia enquanto eu estava escrevendo. Eu terminava um capítulo e enviava direto pra ele. Ele sabe tudo que vai acontecer na série, em todos os livros, e a opinião dele continua sendo essencial para mim. Ele conhece profundamente cada personagem e às vezes defende alguns deles contra mim, rsrs. Algumas ideias que ele teve mudaram muito o rumo de alguns dos acontecimentos do livro. Para melhor.

5- Como você se sente com a relação à ajuda que algumas pessoas deram para o seu livro?
O auxílio desse meu amigo e de meus pais foi essencial. Eles leram e releram o livro várias vezes, procurando erros, dando sugestões, etc. Também me ajudaram muito as dicas que algumas pessoas me deram sobre como melhorar a escrita e como enviar meu livro para uma editora. Vários blogs listam dicas muito úteis a esse respeito. É só procurar no google que você vai achar vários.

6- Os trabalhos que você fez antes de escrever o livro influenciaram na história?

Sim, tudo que a gente faz e aprende acaba influenciando na história. Todos os livros que a gente lê, todas as notícias que a gente ouve, podem modificar a trama do livro; podem inspirar diálogos e até a criação de um personagem. Um grande exemplo disso é um personagem de meu livro chamado Griô, um gênio africano poderoso que conta histórias para os alunos usando magia. Eu tive a ideia quando trabalhava em cinema documentário e precisei fazer uma pesquisa sobre os contadores de história de um projeto chamado Nação Griô. Fui pesquisar mais a respeito e descobri que “Griot” é o nome que a tradição oral africana dá a seus contadores de história. E meu Griô acabou virando um personagem super importante no livro.

Minha monografia de fim de curso de Jornalismo também é outro exemplo. Nela, eu analisei a síndrome de colonizado: aquela mania que temos de só gostar do que vem de fora e menosprezar o que vem do Brasil. No meu livro, há um personagem que fala muito disso.

E é interessante ver essa tese se comprovando em alguns comentários, de pessoas dizendo que não querem ler meu livro porque ele se passa no Brasil. É interessante esse preconceito. Triste, mas interessante.

7- A Arma Escarlate vai ter continuação?
Sim. Quando a gente se apaixona pelos personagens, é muito difícil abandoná-los. Os leitores sabem bem disso. A gente sempre quer saber mais e mais sobre eles. Eu também quero, rs.
Eu planejo escrever cinco livro sobre o Hugo e mais um sexto livro com a história do vilão principal, que ainda não apareceu nesse primeiro (a não ser em uma pequena cena, que não vou dizer qual é, rs).
Já estou organizando as 400 páginas de anotação que tenho sobre o segundo livro para poder, então, começar a escrevê-lo. Muitos dos diálogos estão prontos, e tudo que irá acontecer ao longo da série inteira já está planejado. Só preciso ordenar os eventos– e essa é a parte mais complicada.

8- Qual sua opinião sobre a leitura no Brasil?
Estamos melhorando. Eu me impressionei ao entrar no Skoob (uma rede social para leitores brasileiros), e ver que ela tem mais de 540 mil usuários. Isso prova que não é verdade o mito de que brasileiro não gosta de ler. Quando incentivado, ele adora! Mas é preciso incentivar as crianças a lerem desde cedo, recomendando livros que sejam para a idade delas; que sejam de aventura, de fantasia, e não literatura clássica. Deixe os clássicos para mais tarde, quando elas já estiverem apaixonadas pela a leitura. Só assim elas irão apreciar de verdade essas histórias. Pelo menos essa é minha opinião.
Além disso, precisamos estimular a leitura de autores nacionais. É ótimo ler livro estrangeiro, eu concordo, mas os livros nacionais são tão bons quanto, e precisamos acabar com esse preconceito de que histórias legais não podem ter o Brasil como cenário. Esse preconceito nasce da falta de costume em se ler autores nacionais. O Brasil é um cenário fantástico, com infinitas possibilidades.
10- Deixe um recado para nossos leitores e futuros autores
Para os leitores: leiam os autores nacionais com a mente aberta para a novidade. Não leiam tentando fazer comparações a cada frase; simplesmente entrem na história e se divirtam!
Para o futuro autor, eu digo: não desista! Estude seus escritores favoritos, analise os estilos deles, veja como eles narram a história... aprenda os truques de como escrever bem. E cuide de seus personagens. Se apaixone por cada um eles!

Resenha: Coração Paterno!

20/05/2012
Voltei pessoal!!! Como vão?

Para começar, vou resenhar um livro que eu amei e se tornou um dos meu preferidos!

Coração PaternoSinopse: Kaio e Elis eram dois jovens cheios de sonhos e objetivos que se preparavam para se casar, mas tiveram seu grande sonho interrompido no dia em que Elis avistou um bebê sendo abandonado em uma caixa de papelão na rua durante um chuvoso dia. Ao socorrer o bebê, Elis acaba sendo fatalmente atropelada por um carro que subiu na calçada. A pequena menina sobreviveu sem nenhum arranhão, mas Elis acabou falecendo. Kaio resolve então adotar a menina que foi salva por sua amada acreditando que esse fosse o desejo dela. Ele dá a menina o nome de Poliana e enfrenta de frente o desafio de cria-la. A partir desse momento a vida de Kaio se transforma e apesar de permanecer solteiro, ele não está completamente sozinho nessa jornada por contar com a ajuda de Tamires, sua prima de consideração. Kaio, Poliana e Tamires vivem momentos variados e marcantes. Até o surgimento de Fátima, uma mulher que se diz ser a mãe biológica de Poliana. Fátima quer reaver a guarda legal da filha que já está com quatorze anos. Poliana não possui um bom pressentimento a respeito disso, mas precisa escolher quais laços deverão prevalecer em seu coração, os laços emocionais, ou os sanguíneos.


Coração Paterno é um livro que nos fascina desde a primeira página, tem uma narrativa envolvente e ao mesmo tempo de fácil interpretação.
 O autor trouxe vários assuntos em um só livro, assuntos que muitos dizem estar cansados de falar e ouvir, mas que são essenciais para todos, como o amor de Kaio por Poliana, a dedicação dele em cuidar da menina, sem saber quem eram os pais dela, sem saber nada, ele a criou, com muito amor, paciência, sempre incentivando - a nos estudos e lhe ensinando desde cedo as boas maneiras.
 Davidson conta a história de Poliana, Kaio e as pessoas mais próximas deles de uma maneira simples, direta, com detalhes, sem exageros  e que nos emociona muito.
Ao longo do livro, vemos muitas situações pela qual já passamos ou vimos,nos sentindo familiarizados com a história.
Apaixonante, divertido e realista, Davidson Silva criou um livro que todos deveriam ler, portanto, recomendo á vocês essa leitura emocionante e cativante!

Bjus,
Nau.

Cerebro Melhor: Efeito placebo.

13/05/2012
 Olá amigos!
Como sempre o Cérebro Melhor nos trazendo informações úteis para nosso dia a dia. 
Por experiencia própria,posso dizer que os medicamentos placebo,realmente podem interferir em nosso cerebro, uma vez que acreditamos no que os médicos, outros pacientes e farmaceuticos nos dizem, somos altamente influenciáveis quando necessitamos de um medicamento, o problema real, acontece quando descobrimos os reais efeitos destes medicamentos:efeito contrário,real,ou,nenhum.Nosso cerebro é altamente influenciável por suas cores, o "sabor", cheiro,preço...vamos conferir esta esclarecedora matéria dos pesquisadores do Cérebro Melhor!
Boa Leitura!

O efeito placebo e o cérebro

Placebo é como se denomina um medicamento ou procedimento inerte, cujos efeitos terapêuticos ocorrem devido às crenças e expectativas do paciente de que está sendo tratado. O seu efeito é muito estudado pela medicina, pois ele é real e pode mesmo trazer benefícios ao paciente.
Alguns desses estudos trazem conclusões interessantes. Por exemplo, a eficácia de um medicamento pode se alterar com o tempo devido a uma mudança de expectativa com relação a esse medicamento. Ou a própria cor da pílula pode significativamente alterar seu efeito. Até mesmo o preço cobrado pelo medicamento pode torná-lo mais eficaz. Recentemente verificou-se que o cérebro é realmente “enganado” pela crença no efeito do placebo.
Tanto em marketing quanto em medicina, a percepção pode ser tudo. Um preço maior pode criar a impressão de maior valor, assim como uma pílula de placebo pode reduzir a dor. O interessante foi que os pesquisadores combinaram os dois efeitos, ou seja, eles descobriram que um placebo de    $ 2,50 funciona melhor que um que custa $ 0,10.
Nesse estudo, os pesquisadores descobriram que ambas as pílulas tinham um grande efeito placebo, com 85% dos que tomaram as pílulas caras relatando redução significativa de dor, comparado a 61% dos que tomaram as pílulas baratas.
Essa descoberta pode explicar a popularidade de alguns medicamentos caros no lugar de alternativas mais baratas, ou também o relato de pacientes de que medicamentos genéricos são menos eficazes do que os de marca, mesmo que seus ingredientes sejam idênticos.
Em 2005, um estudo analisou uma série de pesquisas publicadas entre 1974 e 1998 relacionadas ao tratamento de úlcera e descobriu que os medicamentos podem interagir de forma não esperada: culturalmente, ao invés de farmacologicamente. A Cimetidina foi um dos primeiros medicamentos contra a úlcera e, quando ainda era novidade, ele eliminava em média 80% das úlceras. Mas com o passar do tempo, sua eficácia caiu para 50%.
Ao analisar essa queda de eficácia na linha do tempo, os pesquisadores descobriram que ela ocorreu particularmente após a introdução da Ranitidina em 1981, um medicamento novo e supostamente melhor. Uma das possíveis explicações foi de que o medicamento tornou-se menos eficaz devido a uma deterioração na crença sobre sua eficácia médica, ou seja, um efeito placebo às avessas.
Até a cor de um placebo pode influenciar seu efeito. Em testes realizados há décadas, quando administradas sem informação sobre se eram estimulantes ou depressivos, pílulas de placebo azuis produzem efeitos depressivos, enquanto as vermelhas induzem efeitos estimulantes. Pacientes com insônia relatam pegar no sono muito mais rápido e dormir mais depois de tomar uma cápsula azul ao invés da laranja. Ou, quem diria, os placebos vermelhos são mais eficazes em aliviar a dor do que os brancos, azuis ou verdes.
Um estudo recente demonstrou que uma pílula de placebo, feita para se parecer com um medicamento para depressão, pode “enganar” o cérebro a responder da mesma forma que ao medicamento real. Porém, foi observado que podem ocorrer diferenças muito grandes na força do seu efeito, dependendo do uso prévio de antidepressivos pelo paciente.
Analisando a atividade cerebral, os pesquisadores puderam verificar a reação do cérebro às pílulas de placebo. Pacientes que nunca haviam sido tratados com antidepressivos apresentaram grandes aumentos de atividade cerebral numa região associada à depressão. Porém, aqueles que já haviam utilizado antidepressivos no passado apresentaram uma pequena redução de atividade cerebral, uma mudança idêntica à produzida pelo medicamento real. É como que se o cérebro se lembrasse do efeito do medicamento e reproduzisse seu efeito.
Infelizmente o efeito placebo não pode ser utilizado para tudo. Se você quer ter um corpo em forma, não há pílula de placebo que substitua o exercício físico. O mesmo vale se você quer ter um cérebro em forma. Não basta acreditar que ele pode melhorar, você tem que estimulá-lo e o Cérebro Melhor pode ajudá-lo com seu programa de ginástica para o cérebro através de jogos online.

Filme: O Turista!

21/04/2012

Informações:
Lançamento :21 de janeiro de 2011(1h 43min)
Dirigido por:
Florian Henckel von Donnersmarck
Com :Angelina Jolie, Johnny Depp, Timothy Dalton
Gênero:Suspence, Drama
Nacionalidade :França, EUA

Sinopse:Os passos de Elise Clifton-Ward (Angelina Jolie) são acompanhados de perto pela equipe chefiada pelo inspetor John Acheson (Paul Bettany). O motivo é que ela viveu por um ano com Alexander Pearce, procurado pela polícia devido a sonegação de impostos em torno de 700 milhões de libras. Ninguém sabe como é o rosto de Pearce, nem mesmo Elise, já que ele passou por várias operações plásticas para escapar de seus perseguidores. Ele enfim entra em contato com Elise ao lhe enviar um bilhete, onde pede que vá encontrá-lo em Veneza e, no caminho, procure alguém com tipo físico parecido com o seu, para enganar a polícia. Elise segue as ordens à risca e, no trem a caminho da cidade italiana, se aproxima do professor de matemática Frank Tupelo (Johnny Depp), que viaja sozinho. Ele fica atraído por sua beleza e aceita a oferta de ir até o hotel dela, assim que chegam a Veneza. Só que logo Frank se torna alvo de Reginald Shaw (Steven Berkoff), um poderoso gângster que teve mais de US$ 2,5 bilhões roubados por Pearce.


Que filme maravilhoso! Sempre gostei dos filmes da Angelina e do Johnny Deep, mas esse ficou incrível!

O cenário do filme nos deixa encantados e faz com que fiquemos cada vez mais curiosos a respeito do misterioso Alexander Pearce.

Com um começo curioso, o desenvolver do filme é envolvente e a cada minuto ficamos surpresos com os segredos dos personagens, como a personagem de Angelina, Elise.
Sei que muitos acham o filme chato ou algo parecido, mas, cada um tem um gosto, por isso eu recomendo esse filme, gostei muito dele, é um dos poucos filmes que eu vi que tem ação, romance e não decepciona no final com os segredos e tudo mais.
Se você já assistiu a esse filme, diga o que achou dele.
Beijos,
Nau.
* Informações retiradas do site Adoro Cinema. Recomendo passarem lá pessoal!

Resenha: O Nome do Vento A Crônica do Matador do Rei:Primeiro Dia

13/04/2012

Sinopse:Da infância numa trupe de artistas itinerantes, passando pelos anos vividos numa
cidade hostil e pelo esforço para ingressar na escola de magia, O nome do vento acompanha a trajetória de Kote e as duas forças que movem sua vida: o desejo de aprender o mistério por trás da arte de nomear as coisas e a necessidade de reunir informações sobre o Chandriano - os lendários demônios que assassinaram sua família no passado.Quando esses seres do mal reaparecem na cidade, um cronista suspeita de que o misterioso Kote seja o personagem principal de diversas histórias que rondam a região e decide aproximar-se dele para descobrir a verdade. Pouco a pouco, a história de Kote vai sendo revelada, assim
como sua multifacetada personalidade - notório mago, esmerado ladrão, amante viril, herói salvador, músico magistral, assassino infame. Nesta provocante narrativa, o leitor é transportado para um mundo fantástico, repleto de mitos e seres fabulosos, heróis e vilões, ladrões e trovadores, amor e ódio, paixão e vingança.

Li, reli e amei! O livro é surpreendente, nos faz acreditar que se trata de história sobre demônios ou algo parecido no começo, mas quando continuamos lendo, vemos que outras coisas acontecem que não se tratam esspecificamente a demônios ou algo de sobrenatural ( apesar de o sobrenatural estar bastante presente na história).
Ao longo do livro, Kote conta como era a vida dele claramente, permitindo nos imaginar as situações pela qual passava e os seus estudos que são interessantíssimos, orientados por Ben, um senhor muito importante para Kote.
Como traz as viajens da trupe a qual faziam parte os pais de Kote e até ele mesmo, as músicas e as imagens das festas e das encenações, me deixaram encantada! O modo como tratavam um ao outro era lindo! Mas como sempre acontece algo ruim, Kote se vê perdido e não sabe o que fazer.
Continuando sua jornada depois de muitas coisas, Kote já tem uma visão de como o mundo é, e se não esperto, você se ferra. Com novos amigos e amores, diversão, estudos e muitas aventuras, ele continua a procura do Chandriano.
O fim eu não vou contar, vocês teram de ler o livro para saberem!
Com uma narrativa de tirar o fôlego, Patrick Rothfuss nos prende do começo ao fim nos acontecimentos divertidos e que nos deixam na expectativa do que vai acontecer a seguir.
Acho que nem preciso dizer que recomendo, não?
Bjus,
Nau.

Filme: Orgulho e Preconceito!

05/04/2012
Voltei amores! Desculpe a demora em postar.

                                                         Informações:

Lançamento :desconhecida (2h 07min)
  • Dirigido por Joe Wright
  • Com  Keira Knightley, Matthew MacFadyen, Brenda Blethyn
  • Gênero Romance, Comédia
  • Nacionalidade EUA

  • Sinopse: Inglaterra, 1797. As cinco irmãs Bennet - Elizabeth (Keira Knightley), Jane (Rosamund Pike), Lydia (Jena Malone), Mary (Talulah Riley) e Kitty (Carey Mulligan) - foram criadas por uma mãe (Brenda Blethyn) que tinha fixação em lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém Elizabeth deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai (Donald Sutherland). Quando o sr. Bingley (Simon Woods), um solteiro rico, passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que conquistará o coração do novo vizinho, enquanto que Elizabeth conhece o bonito e esnobe sr. Darcy (Matthew Macfadyen). Os encontros entre Elizabeth e Darcy passam a ser cada vez mais constantes, apesar deles sempre discutirem.

    Eu amei esse filme! Fazia muito tempo que queria assisti - lo.

    A Keira está maravilhosa, adorei ela como a Elizabeth, que é uma pessoa racional e muito inteligente, tanto que me identifico um pouco com ela.

    O senhor Darcy é como o livro descreve, preconceituoso e um tanto orgulhoso.

    O filme não fugiu do livro, uma coisa que eu gostei muito, pois geralmente os filmes que são baseados nos livros fogem da história e não muitas vezes não fica legal.

    Uma personagem que eu não gostei muito foi a mãe da Elizabeth, ela estava desesperada para que as filhas se casassem.

    E o Sr. Collins, que queria se casar com a Elizabeth, sinceramente eu não achei ele legal, além de ser atrapalhado, praticamente queria obrigá - la a se casar com ele.

    Uma cena que achei divertida foi a visita de Elizabeth com seus tios a casa de Darcy.

    Recomendo para vocês, um filme fantástico e lindo.

    Bjus,
    Nau.

    RESULTADO DA PROMOÇÃO DE ANIVERSÁRIO!!!

    20/03/2012
    Amores e amadas, pedimos desculpas pela demora na saída do resultado,nossa internet não estava querendo colaborar (afff), mas passados os problemas técnicos anuciamos o vencedor ou melhor, a vencedora...
    PARABÉNS!!!!!! Laysa Oliveira


             
    2/16/2012 2:41:53
    Laysa Oliveira

    Esperamos que goste do presente e leia muuuuito :D !!!!

    Gostaria de agradecer a todos os que participaram da promo e dizer: quem sabe na próxima conseguiremos fazer uma promo para presentear mais que uma pessoa ;)
    PARABÉNS A TODOS OS BLOGUEIROS DE PLANTÃO PELO NOSSO DIA!!!! DESEJOS-LHES MUITAS PROMOÇÕES, NOVIDADES E PARCERIAS!!